quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Mão de destruição

Olho-te de olhos fechados,
Vislumbro um sorriso irreal,
Sonho com um olhar,
Com o cantar da alma,
Com o matar da escuridão,
Com o acender do meu coração...
E num interromper da calma,
Destroem-se um por um,
Cada um com o seu grito,
Cada um com o seu suspiro,
Cada um com o seu sorriso...

Grifo

10/02/09

10 comentários:

geocrusoe disse...

o poema parece mudar de rumo a partir do coração, até lá gosto muito, depois perdi-me.

Grifo disse...

ele não ficou muito bem... tentativa falhada...

geocrusoe disse...

só tu é que podes considerar se a tua obra está acabada definitivamente ou não.
o poema é teu e tens o direito de o manter assim ou de o alterar se quiseres.
um poeta ou outro artista deve ter personalidade forte para fazer a sua obra e terminá-la como quiser, independentemente da opinião de quem a vir.
por isso, se gostas dele assim, és o dono dele e não tens de agradar a quem o ler, nem a mim.
És senhor da tua arte, todos os outros apenas têm de a respeitar, gostando dela ou não. eu sou pela liberdade e respeito total da obra do artista.
Força!

Grifo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Grifo disse...

Acho que assim fica mais compreensível... estava a tentar fazer algo com 5 sonhos, uma mão... mas fica estranho e incompreensível...

Olho-te de olhos fechados,
Vislumbro um sorriso irreal,
Sonho com um olhar,
Com o cantar da alma,
Com o matar da escuridão,
Com o acender do meu coração...
E num interromper da calma,
Destroem-se um por um,
Cada um com o seu grito,
Cada um com o seu suspiro,
Cada um com o seu sorriso...

Grifo

Daniel Cândido da Silva disse...

Gosto muito da foto de entrada :)

geocrusoe disse...

Estava a fazer um comentário mas algo interrompeu-me e perdi-o,julgo que não o chegastes a receber. rezava mais ou menos o seguinte:
gostei mais da actual versão, mas talvez porque agora tu explicastes o seu enquadramento.
Qualquer forma, és tu o dono do poema, és tu que tens de decidir sobre a versão final, a mim cabe-me apenas respeitar-te.
Nunca te submetas à vontade dos outros de dominarem o teu trabalho artístico.
Podes trocar opiniões é certo, podes até aceitar algumas ideias, mas também podes recusar e a decisão é sempre tua.
Se vires colectâneas com as obras completas de poetas, verás que eles também têm versões diferentes do mesmo poema feita em épocas diferentes, certamente porque decidiram alterar, retomar, reformular, nalguns casos houve que destruísse versões anteriores (o que julgo que não se deve fazer) noutros preservaram tudo para mostrar a analisarem a sua própria evolução.
repara que também na pintura existem versões diferentes de quadros do mesmo autor. "a virgem dos rochedos" de da Vinci por exemplo e retoques sobre a pinturas que demonstram que os autores alteraram o projecto inicial.
na poesia também pode ser assim. Bom trabalho!

Grifo disse...

também gosto mais do segundo...

ematejoca disse...

Olá jovem poeta!
Correu-te bem, correu!
Tens mais dois prémios, que tos dou de todo o meu coração!
Não acho este poema falhado. Os poemas podem ser incompreensíveis, são os ditos "poemas escuros". Vou comentar mais tarde.

Grifo disse...

já estás a ler o acabado...
antes estava:

Olho-te de olhos fechados,
Vislumbro um sorriso irreal,
Sonho com um olhar,
Com o cantar da alma,
Com o matar da escuridão,
Com o acender do meu coração...
E como uma mão fechada destroem-se,
um por um, dedo por dedo.
Cada um com o seu grito,
Cada um com o seu suspiro,
Cada um com o seu sorriso...

Grifo

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