quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Amor

A luz laranja do sol que me cega os olhos,
Luz laranja do sol que me dizes para amar.
Mas tu deixaste-me no vazio.
Num vazio de esperança,
Esperança de um dia me amares.
Os teus lindos olhos sorriem-me de longe,
Alma que não posso beijar.
Alvorada da esperança e tristeza,
Tristeza que só tu e o tempo podem apagar...
Olho para ti, imagino-me ao teu lado.
Mesmo sabendo que estás longe...
Deixa-me beijar-te a alma...

Grifo

Dedicado a alguém especial

4 comentários:

geocrusoe disse...

Sim, o amor, a paixão tem todas essas vertentes e outras que com o tempo irás descobrir e... dizem, que quando se chega a velho, se tem saudades dessas tristezas e dores dos amores nascidos na juventude.

LB disse...

Gostei destes primeiros "reflexos da alma". Continua com os teus "relatos" e evitarás, com certeza, o "esquecimento"!

VIVÊNCIAS / EXPERIÊNCIAS disse...

O amor na sua real vertente,verdades ditas no seu tempo,belo poema.
abraço!!!

Marta Bass disse...

Bello poema, me gustaron tambien las fotos. Un saludo desde Argentina
Marta

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