terça-feira, 9 de novembro de 2010

Tempestade de Trevas

Nuvens negras e carregadas de crueldade aproximam-se.
Livres aves levantam voo... Rumam para longe deste negro destino.
A água manchada de perversidade,
Desaba no solo poeirento de um deserto de betão
As almas gritam falecendo sobre o abafar de tão nefasta desgraça.
Triste chuva a que cai na degradada Ágora humana...
Triste água, que carregada de impureza,
Corrompe a digna praça da vida humana,
E a desmonta e desgasta...
Até que por fim, só nos resta ver impotentes...
O colapso de tão degradada estrutura.

Grifo

3 comentários:

Vidas e Revidas... disse...

Oi! Tem um presente pra você em meu blog!

http://jaquelindaviver.blogspot.com/

O Premio Dardos tem a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar o carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor a Web.

Foram, de minha participação, 10 blogs contemplados, inclusive o seu. A participação não é obrigatória, mas fica aqui expressa a minha menção ao seu mérito.

Abraço!

geocrusoe disse...

Gosto do poema, mas deixa-me angustiado por sentir nele o retrato da realidade que nos cerca e que parece anunciar o fim da nossa civilização.

Dark Angel disse...

os teus poemas sao pra e simplesmente lindos ^^

as palavras qe usas vê-se qe sao cuidadosamente escolhidas

adoro mesmo muito os teus poemas =)

Visitantes até ao verão de 2009

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