sábado, 10 de janeiro de 2009

O fundir das almas


Invades-me a alma com o teu olhar,
Deixo escapar sentimentos que pensava mortos.
Deixo que o instinto tome o meu coração
Instinto que quer tomar tua alma,
Fundi-la com a minha...
Sermos um só...
Uma alma de amor e felicidade,
Livre de instintos de escuridão...
Onde só a luz governa...

Grifo

imagem do Google

7 comentários:

Fábio Moura [FM] disse...

tás apaixonado?

:o queres ver que sim?


Tou na brincadeira (agora ja na se pode escrever um poema que tá logo apaixonado)

Parece, mas na percebo nada dissu,

GOOD LUCK!

Grifo disse...

interpreta como quiseres xD

geocrusoe disse...

Bonito! Um poema de amor com a omnipresença busca da luz que caracteriza a tua escrita.

ematejoca disse...

Olá jovem Poeta!

Este teu poema de amor é pura e simplesmente perfeito. Mas tu nao querias ser missionário?!

O texto da Clarice Lispector diz para não sermos os que a sociedade manda, mas sim o que o nosso coração quer... é isso mesmo o que eu faço!
Mas enquanto tu, Grifo, só podes ser feliz a ajudar o mundo... eu só sou feliz em me ajudar a mim própria. A vida é muito curta, e eu quero tirar dela o melhor proveito. Quando tinha a tua idade também era idealista.

ematejoca disse...

Ao lado li "tás apaixonado"? E pensei, se o Grifo quer ser missionário nao se pode apaixonar.
Bem, foi mais uma brincadeira!!!

GUTE NACHT!

Grifo disse...

Conforme o tipo de missionário que se quer ser... pretendo ser um leigo...

Saiph disse...

Por mais que fundas duas almas naquilo a que chamas amor puro, nunca conseguirás pertencer onde apenas a luz governa. Para ela exisistir ou governar, é preciso haver escuridão.

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